quinta-feira, 9 de abril de 2009

Homem solta pum em quarto de hotel e é agredido por colega nos EUA

PARA OS "FLATULANTES" DE PLANTÃO!

Irritado com gases, Jose Ramirez atacou colega com uma faca.
Juan Castellano sofreu apenas ferimentos leves, segundo a polícia.


Um pum virou caso de polícia na cidade de Waco, no estado Texas (EUA). Após soltar gases no quarto de um hotel, Juan Antonio Salano Castellano, de 35 anos, foi agredido por Jose Braule Ramirez, de 33, segundo reportagem publicada pelo jornal norte-americano "Waco Tribune-Herald".


Os dois estavam dividindo um quarto no hotel Clarion Inn com outros dois homens, que estavam fora do apartamento quando a confusão aconteceu, segundo o Departamento de Polícia de Waco.

Enquanto os outros dois homens estavam fora do quarto conversando em seus celulares, Castellano soltou gases. Irritado, Ramirez pegou uma faca e feriu o colega.

Castellano foi levado para o Centro Médico de Hillcrest, mas, segundo a polícia, sofreu apenas ferimentos leves e não corre risco de morte. Já Ramirez foi levado para a cadeia do condado de McLennan.

Massacres nos EUA esquentam debate sobre armas no governo Obama

Mudança na administração federal impulsionou venda de armamentos.
Em um mês, foram registrados ao menos 7 tiroteios e mais de 30 mortes.

Daniel Buarque Do G1, em São Paulo


Parentes de uma das vítimas do massacre ocorrido em Binghamton fazem homenagem no local do incidente (Foto: AP)

Em um lamento emocionado pouco após saber da morte de seu marido no massacre ocorrido em uma associação cívica na cidade de Bimghamton, nos Estados Unidos, a professora pernambucana Márcia Pereira Lins Alves responsabilizou a falta de controle de armamentos no país pelo incidente. “Um desequilibrado comete uma loucura dessa. Isso porque lá eles vendem armas abertamente. É muito difícil”, disse, chorando.

O professor universitário Almir Olimpio Alves, de 43 anos, foi uma das 13 vítimas do vietnamita que abriu fogo dentro de um centro de ajuda a imigrantes, e depois de suicidou. O crime foi na sexta-feira (3), numa cidade do Estado de Nova York.

“Ela está certa”, disse, em entrevista ao G1, Chad Ramsey, diretor do grupo Brady Campaign, que atua no país contra a proliferação desenfreada de armas. “As leis que regulam as armas de fogo nos Estados Unidos são totalmente fracas. Não controlamos, deixamos que pessoas perigosas se armem e acabamos permitindo de 30 mil pessoas sejam mortas por armas de fogo todo os anos.”

De fato, segundo uma reportagem publicada pelo jornal “USA Today”, o vietnamita Jiverly A. Wong já era um cliente conhecido de uma loja de armas da cidade de Johnson, aonde ia regularmente comprar e trocar armamentos. Ele costumava comprar pistolas, usar por algum tempo e depois trocar por outra arma. “Atualmente, até mesmo quem está numa lista de suspeitos de terrorismo pode comprar uma arma legalmente e sem que haja nenhum empecilho. O vietnamita podia comprar quantas armas quisesse. Não há regulamentações que dificultem seu acesso a armas”, disse Ramsey.


Wong “era um freguês fiel [da loja]. Todos o conheciam”, contou um dos vendedores da loja. Segundo a polícia, menos de um mês antes do massacre, o vietnamita havia comprado uma nova pistola. No local em que Wong matou 13 pessoas antes de atirar contra si mesmo, a polícia encontrou duas pistolas semiautomáticas e uma bolsa cheia de munição.

Mercado em alta


A presença frequente do vietnamita numa loja de armas poderia passar totalmente despercebida neste início de ano. A mudança de governo nos Estados Unidos em meio a uma profunda crise econômica tem sido muito positiva para o mercado de armas. Representantes de grupos de defesa de armas de fogo e fabricantes têm chegado a ficar sem estoque, e muitos Estados do país estão sem munição para vender. Tudo em grande parte por medo que o novo governo altere as leis que regem o mercado de armamentos.


O Secretário de Justiça do novo presidente, Eric Holder, sugeriu que o presidente Barack Obama é a favor de restituir uma proibição à venda de algumas armas (a maioria de uso militar), seguindo algo proposto pelo governo de Bill Clinton.

“O aumento na procura por armas se dá por conta da retórica de instituições como a Associação Nacional do Rifle (NRA), que fazem campanhas acusando o presidente de ser contra a liberdade de comprar armas. Eles encorajam as pessoas a se armarem e a se colocarem contra o governo”, disse Ramsey.

Estes tipos de armamento semiautomático ou de uso militar são os que tiveram maior alta nas vendas, segundo representantes do mercado ouvidos pelo “USA Today”. Segundo lojistas, não há um perfil típico dos compradores, e até velhinhas têm ido às lojas em busca de armas e munição.

“Depois de uma eleição, quando se tem a mudança de partido para o lado mais liberal, acredito que os conservadores querem proteger o que acham que pode ser tirado deles, seja por novos impostos ou por uma proibição total”, disse um gerente de distribuição de armas ouvido pelo jornal.

O diretor do grupo antiarmas admitiu que o novo governo pode ser mais favorável a um aumento nas regras para venda de armas. “Estamos mais otimistas com o governo Obama, o Departamento de Justiça do governo Bush tinha uma forte ligação com o NRA e foi contra qualquer forma de regulamentação da venda de armas. Com o novo governo, vemos uma maior defesa de leis que atuem contra a violência com armas de fogo.”

Segundo ele, a prioridade é fazer com que o governo exija que haja uma análise do histórico da pessoa que quer comprar uma arma. Atualmente, isso não existe, e as armas são vendidas livremente. “Sabemos que vai ser difícil, pois o congresso é muito contrário a qualquer lei que dificulte e venda de armas no país. É preciso fazer mais, mas checar o passado já é um primeiro passo importante.”

Série de massacres


O incidente que tirou a vida do professor pernambucano foi o mais grave de uma série de tiroteios ocorridos no último mês em diferentes regiões dos Estados Unidos. Foram pelo menos sete casos desde o início de março, totalizando cerca de 40 mortos.

Segundo Ramsey, é difícil apontar uma causa comum para tantos casos de violência no último mês. “Sem dúvida as décadas de venda livre de armas não ajudaram”, disse. Para ele, entretanto, é preciso considerar que a crise econômica deixa as pessoas em situação mais crítica, o que sempre se traduz em aumento da violência. “Até que tenhamos uma regulamentação mais séria contra a proliferação de armas, continuaremos assistindo a massacres como o que ocorreu na última semana.”

O G1 tentou entrevistar representantes de grupos de defesa da venda livre de armas nos Estados Unidos, como o NRA, mas não obteve resposta. Em entrevista concedida dois anos atrás, por ocasião do massacre na universidade Virginia Tech (o pior já registrado em uma instituição de ensino no país, quando morreram 32 pessoas), o diretor de relações públicas da associação Gun Owners of América, Erik Pratt, alegou que a presença de alguma outra pessoa armada na universidade teria evitado que tantas pessoas morressem, defendendo que o aumento no número de pessoas armadas diminuiria a violência.

Contra este argumento, Ramsey, disse que armar pessoas sem preparo só piora o risco de mortes. “No fim de semana vimos um tiroteio em que três policiais armados e bem-treinados foram alvejados por um único cara com uma AK-47. Ter mais pessoas armadas só iria piorar tudo.”

'Não sinto dor. É como um brinco', diz homem com microchip na nuca.

Fernando Ferreira quis provar que aparelho não faz mal aos animais.
Ele é coordenador do Centro de Zoonoses de Americana (SP).

Carolina Iskandarian Do G1, em São Paulo


Fernando Vicente afirma ter colocado microchip na nuca há pouco mais de um ano (Foto: César Rodrigues/ AAN)

Para provar que o pequeno dispositivo é seguro, não causa dor ou riscos à saúde, o coordenador do Centro de Controle de Zoonoses (CCZ) de Americana, Fernando Vicente Ferreira, de 32 anos, diz ter colocado há pouco mais de um ano um microchip na nuca. O objetivo era convencer donos de cães e gatos da cidade, que fica a 127 km de São Paulo, a fazer o mesmo com seus bichinhos de estimação.

“Se o problema é garantia, se eu colocar em mim (o microchip), você coloca no seu animal?”, perguntava Ferreira a todos os que viam o método de identificação sob a pele com desconfiança. Cansado de tanto receio, ele mesmo pediu que introduzissem o objeto do tamanho de um grão de arroz no corpo.

“O objetivo é que as pessoas tenham responsabilidade pelos animais”, contou Ferreira ao G1 na quarta-feira (8). Segundo ele, “microchipar” cães e gatos com informações deles e de seus donos é uma forma de evitar que os bichos se percam e até prevenir para que não sejam abandonados.

“Uma vez que a pessoa identifica o animal, não o solta na rua. E, se o fizer, será punido”, explicou o coordenador do CCZ, citando a lei federal 9605/2008. De acordo com ela, quem cometer maus-tratos contra os bichos pode pegar de três meses a um ano de prisão.

Assim como na cidade de São Paulo, em Americana, desde 2007, cães e gatos vendidos ou doados devem ter o microchip. Ele contém dados como raça, cor, peso, o endereço e o nome de seu dono. Ferreira calculou que, entre novembro do ano passado e fevereiro deste ano, 1,2 mil cachorros e gatos tenham recebido o microchip na cidade. A implantação dele nos consultórios veterinários custa, segundo ele, entre R$ 50 e R$ 70.

Sem dor

Ferreira garantiu que o aparelho sob a pele, colocado por um amigo que trabalha com piercings, não mudou em nada sua vida. “Não influencia no comportamento, não provoca dor, não atrapalha. É como um brinco”. Para lembrar a todos que é “microchipado”, tatuou no local um código de barras. “Se passar a mão você sente, mas a olho nu não vê”, afirmou.

Segundo Ferreira, não há uma legislação clara que verse sobre o microchip em humanos, mas ele torce para que isso aconteça. “Acredito que esse é o futuro. Não precisaremos mais carregar documentos”, brincou.

Há 17 anos

O empresário José Carlos Padovani, de 55 anos, é veterano em microchip. Tem dois implantados no corpo há 17 anos. “Um em cada braço”, disse. Dono de uma empresa que fabrica e comercializa o equipamento, Padovani contou que implantou os equipamentos porque também queria provar aos clientes a inexistência de riscos para os animais. Muito menos para os humanos.

“Não causa mal nenhum”, disse. O empresário explicou que o microchip é capaz de guardar dados precisos, como as vacinas que aquele animal tomou e até a quais substâncias ele seria alérgico. O microchip vendido por ele é feito de polipropileno biocompatível e anti-migratório, medindo 11,5 mm x 2 mm. É injetado por meio de uma seringa.

Riscos

O imunologista Clóvis Galvão, do Departamento de Imunologia Clínica e Alergia do Hospital das Clínicas de São Paulo, explicou que o microchip é um corpo estranho no organismo. Sendo assim, há riscos de inflamações, formação de nódulos ou abscessos. Mas há um tempo para isso. “Se não aconteceu em menos de um ano, não vai acontecer mais.”

De acordo com ele, os problemas ocorrem, geralmente, entre 4 e 8 semanas. “Se não houve rejeição nesse período, não deve ter problema”, apostou o médico, que disse não conhecer casos de pessoas que tenham sido prejudicadas pela implantação do microchip sob a pele.

Prédio ganha forma de piano na China

Um piano serviu de inspiração para a construção de um prédio em Huainan, cidade localizada ao norte da província de Anhui, na China.

Foto: Jianan Yu/Reuters

O imóvel atrai turistas, engenheiros e arquitetos, e deve servir para incrementar outras criações no país. (Foto: Jianan Yu/Reuters)

quarta-feira, 8 de abril de 2009

Coreia do Norte adverte Tóquio a não procurar restos de foguete

da Folha Online

A Coreia do Norte advertiu nesta quarta-feira o Japão que vai responder militarmente caso o país queira procurar os restos do foguete de longo alcance lançado no sábado passado (4) por Pyongyang. O lançamento foi criticado pela comunidade internacional e Japão, junto a Estados Unidos e Coreia do Sul, apelam por sanções no Conselho de Segurança da ONU (Organização das Nações Unidas).

Entenda o que está em jogo
Saiba mais sobre a Coreia do Norte
Coreia do Norte alegou satélite para atirar míssil no Japão em 1998; veja cronologia

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O governo norte-coreano acusa Tóquio de ter destacado navios militares para buscar as partes do foguete que caíram no mar, o que considera um ato de espionagem e uma "provocação militar intolerável".

A primeira parte do foguete norte-coreano caiu no mar do Japão e as outras duas no Oceano Pacífico, informaram no domingo passado (5) o governo japonês e o exército americano --que, desde o anúncio do lançamento, vigiam de perto o foguete.

A Coreia do Norte lançou um foguete --um míssil Taepodong-2-- de três fases com alcance estimado de 6.700 km e afirmou que servia para colocar um satélite de telecomunicações, Kwangmyongsong-2, em órbita. Os Estados Unidos e a Coreia do Sul afirmam, contudo, que nada chegou à órbita terrestre e que o lançamento foi um teste para tecnologia de um míssil de longo alcance.

Washington, Seul e Japão lideram uma campanha para que o Conselho de Segurança da ONU censure o regime comunista pelo lançamento, que violaria a resolução 1.718, aprovada em outubro de 2006 e que recomenda à Coreia do Norte a suspender as atividades relacionadas a seu programa de mísseis balísticos.

Sanções contra míssil

A Coreia do norte alertou ainda o Conselho da ONU, nesta terça-feira (7), que agirá de maneira firme caso a organização aja contra o lançamento.

O regime comunista ameaçou ainda boicotar a conversa internacional de seis partes por sua desnuclearização --iniciadas em 2005-- e retomar os planos de fazer uma bomba de plutônio.

Diplomatas afirmam que a China e a Rússia, principais aliadas de Pyongyang, aceitariam um alerta do Conselho da ONU para que o regime obedeça as resolução da organização, mas se oporiam a uma sanção punitiva.

Imagem da APTN mostra manifestação de dezenas milhares de norte-coreanos pró-governo e a favor do lançamento de foguete

Imagem da APTN mostra manifestação de dezenas milhares de norte-coreanos pró-governo e a favor do lançamento de foguete.


Os EUA e Japão pedem por uma resolução que expanda as sanções financeiras já impostas --criticadas pela falta de efetividade.

Pequim, o mais próximo aliado de Pyongyang, teme pela instabilidade do regime do ditador Kim Jong-il, que assume nesta quarta-feira seu terceiro mandato consecutivo. O governo chinês já afirmou que a reação da ONU deve ser "cuidadosa e proporcional".

O ministro de Relações Exteriores russo, Sergei Lavrov, afirmou que a ameaça de sanções contra a Coreia do Norte são "contraprodutivas".

A Coreia do Norte afirmou que tem direito a enviar o satélite, que estaria em órbita tocando músicas revolucionárias como parte de seu programa espacial pacífico.

Menino atropelado recebe cobrança por quebrar parabrisas do carro

Cobrança revoltou Tracey Scott, mãe do jovem de 12 anos.
Empresa de seguros quer que ele pague 150 libras (quase R$ 500).

Do G1, em São Paulo


Sam Scott, de 12 anos, e sua mãe Tracey mostram a carta com a cobrança. (Foto: Reprodução/Daily Mail)

Se não bastasse ter se machucado após ser atropelado enquanto andava de bicicleta, o estudante britânico Sam Scott, de 12 anos, pode ser processado pela companhia de seguros do motorista por ter quebrado o parabrisas do veículo, segundo o jornal inglês "Daily Mail".

O adolescente recebeu uma cobrança de 150 libras (quase R$ 500). A companhia disse ainda que pode levar o caso para a Justiça se ele não pagar a quantia. O acidente aconteceu em 22 de setembro do ano passado em North Shields (Reino Unido).

A cobrança revoltou Tracey Scott, mãe do jovem. "Estou muito furiosa. Nunca ouvi nada parecido antes. É terrível que as pessoas estejam solicitando dinheiro das crianças", afirmou Tracey ao "Daily Mail".

No dia do acidente, Sam chegou a ser levado para o hospital, mas não sofreu ferimentos graves. Mas mal se recuperou das lesões, ele recebeu uma carta exigindo que ele pagasse 150 libras para cobrir parte do custo do seguro do condutor.

"Eu não posso acreditar que a empresa consideraria processar uma criança de 12 anos", afirmou Tracey. "Mas, na semana passada, ele recebeu uma carta dizendo que, se não mandasse um cheque no prazo de 10 dias, ele seria processado", acrescentou ela.


O porta-voz da empresa "Direct Line" disse que, em acidentes em que menores estão envolvidos, a prática habitual da companhia é comunicar os pais da criança. No entanto ele reconheceu que isso não foi seguido no caso envolvendo Sam Scott.

terça-feira, 7 de abril de 2009

Chinês retira agulha que ficou espetada nas nádegas por 31 anos

Há quatro ou cinco anos, ele vinha sentindo dores regularmente.
'Mesmo caminhar se tornou um sofrimento para mim', disse Lao Du.

Do G1, em São Paulo

Chinês Lao Du passou por cirurgia para retirar agulha que ficou espetada em suas nádegas por 31 anos. (Foto: Reprodução/Kaleidoscope)

O chinês Lao Du, de 55 anos, que mora em Zhengzhou (China), enfim poderá sentar tranquilamente após os médicos removerem uma agulha quebrada de seringa que tinha ficado presa em suas nádegas por incríveis 31 anos.

A agulha ficou espetada nas nádegas de Lao após uma injeção mal-sucedida em 1978, segundo a emissora Zhongyuan. Na época, ele foi levado para o hospital, mas os médicos não conseguiram localizar a agulha.

"Fui levado para um hospital imediatamente. Depois de ter ficado hospitalizado por nove dias, os médicos não conseguiram encontrar a agulha quebrada", afirmou Lao Du, que sempre acreditou que o objeto estava espetado nas nádegas.

Há quatro ou cinco anos, ele contou que começou a sentir dores regularmente.
"Mesmo caminhar se tornou um sofrimento para mim", disse ele, destacando que os hospitais não queriam fazer a cirurgia porque o incidente tinha acontecido há muito tempo.

No entanto a sorte mudou quando ele procurou o Hospital Zhengzhou. O médico Fu Konglong encontrou a ponta da agulha após três horas de cirurgia. "Foi uma cirurgia minuciosa. Tivemos que olhar em cada fibra muscular", destacou ele.

Stallone roda cenas de ação no Rio.

Ana Paula Macedo

Do Bahia Notícias

Foto: Reprodução (Gil Rodrigues/Photo Rio News)


Gil Rodrigues /Photo Rio News

Jason Statham e Stallone em momento de descontração

Ontem, o astro Sylvester Stallone foi flagrado no set de gravação de "Os Mercenários", em Mangaratiba, no Rio de Janeiro, gravando cenas de ação sem usar dublês. Mesmo com 62 anos, Stallone gravou cenas de ação pulando e correndo, mostrando que está tudo bem com o seu corpo. Também estavam no set de filmagem o ator britânico Jason Statham e atriz brasileira Gisele Itié.

Inventores transformam camundongo morto em mouse de computador

Esse povo já está demais, uma dupla inventou um mouse a partir de um camundongo morto, tem o tutorial completo pra quem quiser seguir essa ideia, que coisa nojenta!!


Do G1, em São Paulo

Passo-a-passo da técnica polêmica foi publicado no site 'Instructables'.
Processo envolve taxidermia e modificações em mouse padrão.

Um polêmico projeto publicado no site de invenções e improvisos "Instructables" ensina o usuário a criar um mouse de computador a partir de um camundongo morto. Chamada de "Mouse mouse!", a invenção é explicada passo-a-passo através de fotos e instruções em texto.

Um mouse comum é desmontado e tem suas partes modificadas, que depois são incorporadas ao camundongo "empalhado". Os usuários "noahw" e "canida", que assinam o projeto, alertam para as fotos "pesadas", que podem incomodar alguns leitores.

Foto: Divulgação/Instructables
(Foto: Divulgação/Instructables)


Foto: Divulgação/Instructables
(Foto: Divulgação/Instructables)

segunda-feira, 6 de abril de 2009

Cadela nada 10 km em mar infestado de tubarões e vive 4 meses em ilha deserta

Sophie Tucker foi encontrada por sua dona neste fim de semana.
Para sobreviver, ela se alimentou de coalas e cabritos.

Do G1, em São Paulo

Foto: Divulgação/AP
Foto: Divulgação/AP

Sophie Tucker nadou quase 10 km e sobreviveu por 4 meses em ilha deserta. (Foto: Divulgação/AP)

A cadelinha Sophie Tucker deu um grande susto em sua família, mas depois de quatro meses, a história acabou bem. Sophie caiu do iate de sua dona, Jan Griffith, nadou por cerca de 10 km em águas infestadas de tubarões e sobreviveu, sozinha, em uma ilha deserta na costa da Austrália.

"Achei que nunca mais fosse vê-la", afirmou Jan, que reencontrou o animal de estimação neste domingo. Sophie estava desaparecida desde dezembro, quando uma tempestade a derrubou do iate da família na região de Queensland, na Austrália.

Pescadores que frequentam a ilha deserta desconfiaram da presença da cadela no local após encontrarem corpos de cabritinhos e coalas, animais que normalmente não encontram predadores no local. "Quando me disseram que ela podia estar na ilha, achei que fosse mentira", diz Jan. "O local fica há quase 10 km da área onde ela caiu do barco."

Moradores da região se surpreendem com o fato de Sophie não ter sido atacada por tubarões no trecho que a separava da ilha. A região é infestada por tubarões-tigre e tubarões cabeça-de-martelo.

O atacante Robinho está livre da acusação de estupro feita no início deste ano.

por ESPN.com.br

Em janeiro, veio à tona a notícia de que uma garota de 18 anos teria sido vítima de abuso por parte do brasileiro em uma boate em Leeds, Inglaterra. Nesta segunda-feira, o caso foi encerrado pela polícia.

Acusação de estupro é arquivada
Foto: divulgação.

"Após a acusação de agressão ocorrida em uma casa noturna em Leeds, em 14 de janeiro de 2009, o assunto foi investigado e um homem foi preso e posto em liberdade após pagamento de fiança. Um informe foi encaminhado ao CPS (Serviço de Fiscalização da Coroa), que decidiu que não tomará outras medidas", declarou porta-voz da polícia de Yorkshire.

Chris Nathaniel, assessor de Robinho, comemorou a decisão. "Ele tem mantido a sua inocência em todo o processo policial, e eu fico feliz que nenhuma ação será tomada. Agora ele deseja focar sua atenção no Manchester City para a ajudar a equipe neste final de temporada".