segunda-feira, 8 de fevereiro de 2010

Cerveja

Certos tipos da bebida podem ajudar a fortalecer os ossos

Cerveja

Um estudo coordenado pela Universidade da Califórnia, nos Estados Unidos, garante que alguns tipos de cerveja são ricos em nutrientes que ajudam a prevenir doenças que enfraquecem os ossos, como a osteoporose. Mas os cientistas alertam: esse efeito depende do tipo de cerveja que você toma.

De acordo com o estudo, o principal nutriente benéfico aos ossos presente na cerveja é o silício, encontrado em maior quantidade nas cervejas fabricadas com cevada e lúpulo. Já aquelas preparadas com outros grãos, como trigo e milho, apresentam os menores índices de silício. O mesmo acontece nas cervejas escuras, onde o processo de torração dos grãos de cevada reduziria a quantidade do nutriente.

Para a pesquisa, foram analisadas 100 marcas de cervejas comercializadas e seus métodos de produção. Os resultados do estudo foram publicados na revista especializada Journal of the Science of Food and Agriculture. Os cientistas descobriram que mais da metade do silício presente na cerveja pode ser imediatamente absorvido pelo corpo.

Segundo os pesquisadores, os resultados da pesquisa mostram que o consumo moderado de cerveja pode ajudar a combater a osteoporose, doença que provoca a deterioração da densidade dos ossos ao longo do tempo e favorece a ocorrência de fraturas. O estudo foi coordenado por Charles Bamforth, professor de Ciências da Cerveja na Universidade da Califórnia.

Apesar da novidade, especialistas advertem para o consumo de álcool. "Esses resultados reproduzem estudos anteriores que garantem que ingerir bebidas alcoólicas de maneira moderada pode ser benéfico para os ossos. No entanto, não recomendamos a ninguém que o aumente no consumo de álcool com base nesses estudos", afirmou Claire Bowring, da Sociedade Nacional de Osteoporose da Grã-Bretanha, ao jornal The Guardian. "Existem outras preocupações ligadas ao álcool que não podem ser ignoradas", concluiu Bowring.

Fonte: Veja Online | 08/02/2010

BC lança a segunda família de cédulas do Real

Novas notas

BC lança a segunda família de cédulas do Real

O CMN aprovou hoje, em reunião extraordinária, o lançamento da segunda família de cédulas do Real. A nova séria de notas entrará em circulação gradualmente até 2012, mas as notas em circulação continuação a valer até a substituição integral. Lançada em julho de 1994, a série de cédulas atual permaneceu praticamente inalterada por 15 anos.

Um novo design para o dinheiro brasileiro

O projeto das novas cédulas brasileiras vem sendo desenvolvido desde 2003 pelo Banco Central em conjunto com a Casa da Moeda do Brasil, responsável pela produção do dinheiro. As novas cédulas do Real atenderão a uma demanda dos deficientes visuais, que até então enfrentavam dificuldade em reconhecer os valores das notas. Com tamanhos diferenciados e marcas táteis em relevo aprimoradas em relação às atuais, a nova família de cédulas facilitará a vida dessa importante parcela da população. Dotadas de recursos gráficos mais sofisticados, as notas ficarão mais protegidas contra as falsificações.

A temática da atual família – efígie da República nos anversos e animais da fauna brasileira nos reversos – será mantida, porém os elementos gráficos foram redesenhados, de forma a agregar segurança e facilitar a verificação da autenticidade pela população. A nova família vai manter a diferenciação por cores predominantes, aspecto que facilita a rápida identificação dos valores nas transações cotidianas, inclusive por pessoas com visão subnormal.

As primeiras cédulas a serem lançadas serão as de R$ 100 e de R$ 50, que demandam maior segurança contra falsificações por serem os valores mais elevados em circulação. A substituição do meio circulante será feita aos poucos, à medida que as cédulas atualmente em circulação forem retiradas em decorrência do desgaste natural. No primeiro semestre de 2011, serão lançadas mais duas denominações – R$ 20 e R$ 10 –, devendo toda a nova família estar em circulação em um período de dois anos.

Tecnologia de ponta

Para produzir as novas cédulas com os recursos gráficos e novos elementos de segurança especificados no projeto, a Casa da Moeda do Brasil modernizou seu parque fabril. Para tanto, a empresa obteve em 2008 o aporte de recursos necessário para a aquisição de equipamentos de última geração na área de impressão de segurança. As novas máquinas se encontram em processo de instalação e testes, devendo estar prontas para a produção ainda durante o primeiro semestre de 2010. Com as aquisições, a CMB se equipara às empresas mais modernas do mundo no ramo da impressão de segurança, e se torna apta a oferecer seus serviços a outros países, como já ocorreu no passado.

Real : uma moeda que veio para ficar

Nos mais de 15 anos de Real, as cédulas brasileiras têm exercido seu papel sem nenhuma incidência grave em termos do volume de falsificações. No entanto, a popularização das tecnologias digitais, faz com que o BC se preocupe em agir preventivamente de forma a continuar garantindo a segurança do nosso dinheiro nos próximos anos. Na atualidade, esta é uma realidade não só no Brasil, mas em todo o mundo: as autoridades emissoras têm buscado atualizar o design de suas cédulas com maior frequência, a fim de agregar elementos de segurança tecnologicamente mais sofisticados, capazes de resistir às investidas dos falsários.

* Confira abaixo as novas notas :



Fonte : Banco Central do Brasil
Contribuição: Riane Mascarenhas

sexta-feira, 5 de fevereiro de 2010

Sega anuncia Sonic 4

Fonte: Estadão | 04/02/2010 19h30 | Mundo

http://www.radiometropole.com.br/objetos/img_original/2010_02_0419_36_3818608sonic4.jpg

O jogo será vendido em episódios, apenas para download

A Sega confirmou o lançamento de Sonic 4 para o segundo semestre de 2010. O game será uma espécie de recomeço da franquia, com ênfase na clássica jogabilidade 2 D dos primeiros títulos da série.

É a cartada final da Sega com o personagem. Depois dos sucessivos fiascos, como o último Sonic Unleashed, em que o herói se trasnformava em uma espécie de lobisomem, o objetivo da Sega é recuperar sua reputação com os fãs de longa data.

Anteriormente, Sonic 4 era conhecido como Project Needlemouse. Pelo pouco que foi divulgado, o game terá a participação de todos os personagens do universo de Sonic, inclusive das versões mais obscuras, como Chaotix, que saiu para o Sega 32x, um adaptador que permitia que o Mega Drive rodasse jogos de 32 bits.

A maior novidade em relação a Sonic 4 é a forma como ele será comercializado. O jogo será vendido em episódios, apenas para download dentro das redes do Xbox 360, PS3 e Wii. É uma boa maneira de conter a pirataria, além de facilitar a modificação de algum aspecto do jogo que não agradar aos jogadores. Se algo não for bem aceito em um episódio, a Sega pode mudar no seguinte. E como se trata de um jogo baixado, também é possível corrigir algum eventual defeito com um download rápido. Ainda não há previsão de lançamento do game em mídia física.

segunda-feira, 1 de fevereiro de 2010

Metallica compensa 11 anos de ausência com peso e amor em SP

INSANO!

Grupo tocou clássicos e agradou os fãs neste sábado (30).
Metallica volta a se apresentar no Morumbi neste domingo (31).

Amauri Stamboroski Jr. Do G1, em São Paulo


Foto: Daigo Oliva / G1
Foto: Daigo Oliva / G1

James Hetfield cumprimenta o público durante o show do Metallica em São Paulo neste sábado (30). (Foto: Daigo Oliva / G1)

Já perto do fim do show de abertura do Sepultura, os holofotes do estádio do Morumbi se acendem, iluminando toda a plateia. O Metallica sabe que um bom show também depende também do clima do público, e essa estratégia simples, de trocar o ambiente para marcar a escuridão como o domínio do metal, ajuda a criar a atmosfera das as duas horas de peso que viriam a seguir no primeiro show da banda em São Paulo na noite deste sábado (30) durante sua mini-turnê brasileira de 2010.

Veja fotos do show do Metallica em São Paulo

Com um céu relativamente limpo e num raro dia sem chuva na capital paulista, a escuridão que precedia a introdução do grupo ao som de “The ecstasy of gold”, de Enio Morricone, era quebrada apenas pela lua cheia que iluminava palidamente o estádio.

Com os quatro veteranos do metal – cada um por seus devidos méritos – em cima do palco, o Metallica abriu o show com a faixa que tem tocado com mais frequência durante a “Death magnetic tour”, “Creeping death”, do álbum “Ride the lightning”. Cumprimentando a cidade com um sonoro “estão prontos?” em português, o vocalista e guitarrista James Hetfield emenda com a poderosa “For whom the bell tolls”, também do disco azul de 1984.

Amor pelos fãs


Para um grupo de rock pesado e com cara de mau, o Metallica parece andar cheio de amor, especialmente pelos fãs. Antes de “Broken beat and scarred”, do último álbum “Death magnetic”, de 2008, James faz um discurso agradecendo o apoio da “família Metallica”. “Muito obrigado por nos apoiarem com a gente nos momentos mais difíceis e nos bons momentos como esse. Fiquem juntos sempre, e tudo estará bem”, diz para os 68 mil fãs que lotam o estádio.

Metallica em São Paulo: clássicos e peso. (Foto: Daigo Oliva / G1)

Mais cedo, durante a breve entrevista coletiva no salão nobre do Morumbi, o vocalista também falava da “paixão” dos fãs latino-americanos, especialmente dos brasileiros, e voltou a tocar no tema antes de “Sad but true”, dedicada ao Sepultura. “Eles, assim como nós, sabem que vocês gostam do som pesado. Vocês querem mais peso?”, provocava.

Com um show pontuado por mais momentos de “o Metallica ama vocês”, eles nem parecem a banda que há dez anos chegou perto de processar os próprios fãs que compartilhavam as suas músicas no Napster, e também soam bem mais felizes e à vontade do que na época do controverso álbum “St. Anger”, de 2003, que quase fez o grupo ruir.

O repertório da apresentação foi quase inteiro de clássicos, exceto por quatro faixas de “Death magnetic” – além de “Broken beat and scarred”, “That was just your life”, “The day that never comes” e “The end of the line”, todas do lado A do disco. De resto, foram três músicas da estreia “Kill’em all” (“The four horsmen”, “Motorbreath” e “Seek and destroy”), três de “Ride the lightning” (além das duas na abertura, a pesada balada “Fade to black”), a faixa-título de “Master of puppets”, outras três de “... and justice for all” (“Harvester of sorrow”, “One” e “Blackened”) e mais três do megaplatinado “Black album” (“Sad but true”, “Enter Sandman” e “Nothing else matters”).


Técnica perfeita

Com quase trinta anos de estrada e mais de cinco na formação atual com o baixista Robert Trujillo, eles não precisam provar mais nada em termos de técnica. A guitarra solo de Kirk Hammet é uma das principais estrelas da noite, cobrindo todos os espaços, e mesmo atrás do kit de bateria Lars Ulrich esbanja seu carisma dinamarquês, levantando-se da banqueta sempre que possível. Apesar de se encaixar sonoramente com perfeição, Trujillo é um pouco mais fanfarrão do que seus colegas, como demonstra na esteticamente questionável mania de girar com o baixo no fim do show.

Crescendo em um meio onde o punk era tão importante quanto o metal, o Metallica sempre optou por uma cenografia mais clean em relação a colegas mais velhos como o Iron Maiden. Fazendo companhia ao grande telão atrás do grupo, o único efeito complementar são os fogos de artifício e lança-chamas, que funcionam perfeitamente para dar o clima de guerra durante a introdução da antibelicista “One”.

Bis em claro

Depois de um final formidável, com Hetfield sentado em um banquinho durante a balada “Nothing else matters” seguida de uma versão pesada e acompanhada em coro pela plateia de “Enter Sandman”, a primeira parte do show foi seguida de um bis com três músicas, abrindo com “Stone cold crazy”, cover do Queen presente no disco “Garage inc.”. “Toda noite escolhemos fazer uma versão de uma faixa de uma banda que nos tenha inspirado a formar esta banda”, explicou James.

Fechando a noite, “Motorbreath” é seguida de “Seek and destroy”, escolha tradicional para os fins de shows da banda. Hetfield pede para que os holofotes se acendam novamente. “Vocês passaram a noite inteira olhando para nós, os feiosos do Metallica, e agora é a hora de a gente ver vocês”.

Terminado o ataque sonoro, cada membro vai até o microfone para agradecer o público, sempre lembrando que “nós amamos vocês”, como se tentassem compensar os quase 11 anos de ausência – o último show deles na cidade foi em 1999. Para fechar, um recado simples: “Nos vemos amanhã São Paulo”.

Sepultura


Com o dia caindo, o Sepultura subiu ao palco feliz da vida. Muito pelo fato de abrir o show dos amigos do Metallica, mas também por tocar pela primeira vez no esta´dio do Morumbi, para a alegria do guitarrista são-paulino Andréas Kisser, que além de expressar o amor pelo time, trocou a camiseta da Seleção Brasileira por uma do São Paulo no bis da apresentação.

O repertório do grupo cansa um pouco quando insiste nas faixas do último álbum, “A-lex”, mas empolga quando se volta às músicas mais antigas, da fase com Max Cavalera, como “Refuse / Resist” e “Inner self”. Terminando o show de uma hora, uma versão um pouco confusa de “Roots bloody roots” mostra que o Sepultura ainda precisa se esforçar mais para reproduzir o seu auge da década de 90.

Veja o setlist do show do Metallica em SP neste sábado (30)

"Creeping death"
"For whom the bell tolls"
"The four horsemen"
"Harvester of sorrow"
"Fade to black"
"That was just your life"
"The day that never comes"
"Sad but true"
"Broken, beat and scarred"
"One"
"Master of puppets"
"Blackened"
"Nothing else matters"
"Enter Sandman"

Bis
"Stone cold crazy" (cover do Queen)
"Motorbreath"
"Seek and destroy"


Metallica em São Paulo
Quando
: 31 de janeiro, às 20h30
Onde: Estádio do Morumbi, Pça, Roberto Gomes Pedrosa, nº 1, São Paulo/SP
Quanto: R$ 150 a R$ 500


FONTE: G1.com.br

quinta-feira, 28 de janeiro de 2010

Mergulhador nada ao lado de crocodilo na costa de Cuba

Encontro aconteceu na área de mergulho 'Queens Gardens'.Réptil mede cerca de 3,4 metros e pesa 450 quilos.

Do G1, em São Paulo

O mergulhador Israel Gonzalez, de 31 anos, nadou ao lado de um crocodilo de cerca de 3,4 metros de comprimento e 450 quilos na costa de Cuba. Ele mergulhou ao lado da máquina assassina em uma área de mergulho conhecida como "The Queens Gardens".

Foto: David Doubilet/Barcroft/Getty Images

Israel Gonzalez com o crocodilo de cerca de 3,4 metros. (Foto: David Doubilet/Barcroft/Getty Images)

Segundo a agência ‘Barcroft’, a fêmea de crocodilo estava voltando para seu habitat em uma das 50 pequenas ilhas que compõem o paraíso litorâneo, que fica a cerca de 100 km da costa sul de Cuba. O encontro foi fotografado por David Doubilet.